Dr Eustáquio Ferreira Neto Arritmologia Cardíaca na Asa Sul

Dr Eustáquio Ferreira Neto Arritmologia Cardíaca na Asa Sul

Dr Eustáquio Ferreira Neto Arritmologia Cardíaca na Asa Sul

CRM DF : 11308
Médico
Arritmologia Cardíaca
Cardiologista
Médico
Currículo :
– Especialista em Cardiologia pela Sociedade Brasileira de Cardiologia

– Especialista em Arritmias Cardíacas pela Sociedade Brasileira de Arritmias Cardíacas

– Residência Médica em Cardiologia pelo Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia / São Paulo – SP

– Residência Médica em Arritmias Cardíacas pelo Hospital de Base de Brasília

– Graduado em Medicina pela Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM)

Médico

Endereço : SGAS 915 – Lote 69 – Salas 107 à 117 – Centro Clínico Advance – Clínica CBCOR
Localidade : Asa Sul – Brasília – DF
Telefones : (61) 3246-7920 / (61) 3246-7921

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Arritmias cardíacas

Arritmias cardíacas: São todas iguais? Todas são graves? Arritmias são alterações no ritmo dos batimentos cardíacos, quando são rápidas denominamos taquicardia e quando lentas, bradicardias.

Felizmente a maior parte das arritmias são benignas, e a maioria dessas arritmias são alguns tipos de extra-sístoles ventriculares ou supraventruculares, benignas, que podem necessitar de medicamentos e em alguns casos, apenas de acompanhamento.

Algumas arritmias como a Fibrilação atrial aumentam em até 5 vezes a probabilidade de levar ao AVC, popular Derrame cerebral.

Algumas arritmias podem levar a síncope, popular desmaio. Nesse caso, alguns tipos de bradicardias que podem levar a bloqueios cardíacos, que em alguns casos necessitam de marcapasso cardíaco artificial, em outros casos de síncope podemos ter algumas Taquicardias ventriculares graves que podem levar a necessidade de implante de CDI: cardiodesfibrilador. No entanto, a maior parte dos desmaios é por Síndrome vaso-vagal, que requer apenas acompanhamento adequado.

Algumas arritmias podem levar a morte súbita, principalmente em pacientes que já infartaram ou se associadas a doenças que levam a dilatação, hipertrofia ou alterações iônicas do coração. Algumas arritmias levam a taquicardias que necessitam de ablação por catéter como a Taquicardia por reentada nodal, por exemplo.

Com isso pode-se perceber que existem diferentes tipos de arritmias, com diferentes níveis de gravidade, com diferentes tratamentos.

Eustáquio Ferreira Neto,
Médico cardiologista e arritmologista

Extra-sístoles ventriculares

Caso receba o diagnóstico de extra-sístoles ventriculares você estar se perguntando: devo me preocupar? Tenho risco de morte súbita associado?
Inicialmente, vamos conceituar extra-sístoles ventriculares: são arritmias que ocorrem pelo batimento precoce dos ventrículos pela sua ativação elétrica precoce.
O médico ao estratificar extra-sístoles ventriculares, em primeiro lugar, tem que saber se existe alguma doença cardíaca por traz desse diagnóstico.
Por exemplo, se existe uma miocardiopatia dilatada seja ela por Chagas, doença coronária ou idiopática.
Se o paciente é portador de miocardiopatia hipertrófica, se ele é portador de doenças genéticas, com por exemplo a Displasia Arritmogênica do Ventrículo Direito, que cursa com extra-sístoles ventriculares e eventualmente pode se associar a morte súbita.
Caso seja detectado algum desses problemas, o tratamento dessa doença de base é que vai consistir na redução do risco das extra-sístoles ventriculares.
Se nenhuma dessas doenças foi identificada a próxima pergunta a ser feita é: o paciente tem sintomas ou não. É importante perguntar sobre sintomas, e que sintomas são esses? São palpitações, que é a percepção ou de falha do batimento ou uma percepção de um batimento descompassado.
Existem tratamentos com medicamentos que em grande parte dos casos, diminui bastante e sintomas. Nos casos em que existem extra-sístoles ventriculares numerosas e o paciente permanece com sintomas pode ser lançado mão da ablação por rádio-frequência, que consiste na cauterização da arritmia, através de cateter.
Caso o paciente não tenha sintomas, não tenha nenhuma doença cardíaca por traz das extra-sístoles e elas não sejam extremamente numerosas, basta o simples acompanhamento médico sequencial, não sendo necessário um tratamento específico.

Dr. Eustáquio Ferreira Neto
Médico cardiologista e arritmologista

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